Há quem afirme que, se Deus é justo, todos se salvarão. Acrescentam outros que Deus não seria justo se não desse outra hipótese quando, depois da morte, se der conta de que tudo está perdido para sempre.
Valerá a pena estarmos à espera de um comboio que poderá não chegar, quando temos imensas oportunidades de utilizar o transporte diário que nos conduzirá a Deus?
Temos uma vida, somos livres e responsáveis, podemos ou não pôr em prática aquilo que resulta para nós da revelação do mistério daquilo que está para além da morte. Tudo pode depender de mim, de acordo com a resposta que eu der e da escolha que fizer.
Jogar a vida, arriscando-a completamente, numa espécie de jogo de lotaria, esperando um “pode ser que” …
Não há “salve-se quem puder”; há “salve-se quem quiser” enquanto há tempo. (P.C.L.)

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