A grande interrogação que sempre se colocou e coloca a quem se medita sobre o mundo, sobre os tempos e acontecimentos, sobre as culturas e valores, sobre o sentido da vida e sobre todas as questões daí resultantes, é o PORQUÊ e PARA QUÊ. Quem não se interroga diariamente a si próprio corre o sério risco de se deixar levar nesta enxurrada de confusões naturais que resultam da complexidade dos problemas, e das manipulações engendradas tantas vezes em nome de uma esclarecida e correcta informação.Importa ter capacidade de análise e espírito crítico que me permitam formular um juízo real, que não esteja sujeito à medida dos interesses e prazeres de ocasião, nem à mentalidade predominante. Aquilo que toda a gente faz ou pensa não é garantidamente a melhor medida para o caminho de ninguém. Remar contra a maré não é uma teimosia ou uma maluqueira de alguns. É, isso sim, um desafio permanente ao sentido de todo o meu viver. (P. C.L.)

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