Os que ocupam serviços de orientação e condução do povo de Deus não estão isentos de erros porque são humanos como todos os membros da Igreja. Pelo facto de exercerem uma função diferente não partilham de qualquer privilégio de tolerância em relação aos outros.
A exigência do Reino é a resposta total e fiel à mensagem de Deus: todos somos pecadores, todos temos de pagar o imposto devido aos nossos pecados, todos temos de ser sérios e responsáveis. Bispos, sacerdotes, religiosos/as ou leigos percorrem o mesmo caminho na luta contra o mal e o pecado em si e à sua volta.
Não vamos ignorar que muitas situações da Igreja se degradaram por responsabilidade dos pastores. Não vamos fugir à responsabilidade: há muitas coisas que estão mal porque nós, pastores, as deixamos correr ao sabor das marés. Não é fácil remar contra a corrente, mas optar pelo mais fácil e mais simpático é desviar-se do Caminho. (P.C.L.)

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