O Reino de Deus é uma moeda de uma só face. Em tempos e circunstâncias diversificadas os membros da Igreja – todos – quiseram dar-lhe outra face que não a de Deus. Houve desvios, houve erros, houve disparates ao pretender vincar a face humana, tornando-se mais imagem do mundo em que vivia do que de Deus.
Os tempos são diferentes, o contexto circunstancial é outro, mas o pecado é sempre o mesmo: o reino de Deus é exigente mas queremos uma Igreja tolerante; o reino de Deus exige compromisso mas buscamos uma Igreja facilitista; o reino de Deus envia profetas que não se calam e a Igreja não quer ouvir as verdades; o reino de Deus é sustentado na Palavra que vem de Deus e pretende-se que a Igreja seja se limite a dizer palavras (suas e simpáticas) que não incomodem a superficialidade do estilo de vida familiar e religiosa dos seus crentes; o Reino de Deus é Fé que muda a vida e vamos mantendo uma crença que não compromete. (P.C.L.)

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