Há realidades que facilmente podemos ver e apontar aos outros. Até nos vamos entretendo referindo todos os dias e em todas as conversas os defeitos e os erros dos outros, no extenso rol de lamentações e misérias que envolvem as nossas vidas.
O mais difícil de reconhecer em cada um de nós é aquilo que apontamos aos outros. Nós somos intocáveis, perfeitos, santos, honestos, fiéis… não somos como os outros, dizemos.
Nada de mais errado: Muitos que não gastam da Igreja dizem mal dos que lá vão; os que lá vão comportam-se, amiudadas vezes, como se lá não fossem. Significa que nem uns nem outros são santos: todos precisamos de reconhecer os nossos (meus) pecados. Fácil é atirar pedras e esconder a mão; melhor seria estendê-la a quem precisa.
Fácil é ser católico de missa ou sem missa; difícil é deixar que Cristo viva em mim. (P.C.L.)

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