Todas as realidades da vida, quando bem e moderadamente utilizadas, quando postas ao serviço da honestidade, do bem, da verdade, da solidariedade e do serviço, são boas. O dinheiro não é mau. Mau é aquilo podemos fazer com ele. Pode, por exemplo, servir para comprar um livro bom ou mau, para ajudar ou prejudicar, para utilizar como força de domínio ou para ser colocado ao serviço honesto do desenvolvimento. O dinheiro pode ser um meio ou um fim. Pode tornar-se, por decisão nossa, um deus que está acima de tudo e de todos quando empurra os valores para lugar secundário, ou consegue mesmo destruí-los.
Quando o dinheiro não é prisão, quando o dinheiro é utilizado para desenvolvimento, para promoção da justiça e das pessoas, para ajudar aqueles que verdadeiramente são pobres, desenvolvendo a qualidade de vida de todos, então é um bem inestimável.
Assim, as acções do dinheiro valorizam a expressão do amor de Deus nos irmãos. P.C.L.

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