O tempo de férias só pode ser um tempo de enriquecimento espiritual no convívio com a família e os amigos, na atenção à situação mundial e local envolventes, na valorização cultural, social e cívica, no descanso merecido e na recuperação de energias físicas ou mentais, na valorização espiritual resultante do sentido de Deus em presença diária reconfortante.
Quantas horas damos de atenção ao nosso corpo quando dizemos que não há tempo para… por exemplo, rezar? Quantas horas estamos à mesa em festas e jantaradas e dizemos que não há tempo para… por exemplo, dar atenção aos filhos e aos idosos?
Quando pomos Deus longe das nossa férias… o vazio e a superficialidade  podem ser o “tsunami” que invade as praias da nossa  indiferença.

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