O Movimento dos Cursilhos de Cristandade, com a sigla MCCA, é um movimento da Igreja, a nível mundial, e teve a sua origem em Espanha, há aproximadamente 70 anos. O seu fundador foi Eduardo Bonnin Aguiló, nascido em 1917 e natural de Palma de Maiorca, que actualmente (2007) ainda se encontra entre nós.

É um movimento voltado para o aprofundamento da fé, levando os seus membros a serem pessoas activas em todos os ambientes, dando o apoio necessário ao próximo. O seu grande lema assenta no denominado Tripé, que se traduz pelas premissas estudo, piedade e acção. Em Portugal o primeiro Cursilho de Cristandade aconteceu em Fátima, a 30 de Novembro de 1960. O seu hino oficial intitula-se “Decolores”.

Tudo começa com a participação dos dois membros de um casal (separadamente) num Cursilho de Cristandade a nível diocesano, cuja oportunidade acontece uma vez na vida. Durante três dias – de Quinta-feira a Domingo – os participantes fazem uma experiência de espiritualidade, e daí, com o coração mudado, partem para uma jornada de vida que nunca se poderá dissociar desta etapa inicial. Dando continuidade a essa experiência, os casais de cursistas podem participar em Mini-Cursilhos, também a nível diocesano, em que, num fim-de-semana, fortalecem os ensinamentos para a dinamização dos ambientes (CDA), promovendo assim o trabalho a fazer nas paróquias de origem.

O núcleo da paróquia de Fermentelos, conta com cerca de 30 elementos em permanência, embora já muitos tenham passado por lá, desde o seu aparecimento, há aproximadamente 30 anos. Das actividades levadas a cabo por este grupo, destacam-se as reuniões com o pároco, que têm lugar no segundo Sábado de cada mês e, as designadas “Revisões de Tripé”, que têm igualmente uma periodicidade mensal e nas quais os cursistas debatem questões pessoais, reservam algum tempo à oração e aprofundam a leitura do Evangelho.
As Ultreias são outra actividade com algum destaque, pois realizam-se a nível diocesano (mensalmente) e a nível nacional (anualmente), as quais se caracterizam como um “recarregar de baterias para ir mais além”.

Este grupo promove também um convívio anual, no final do ano pastoral, no qual os cursistas confraternizam com todos aqueles que, na paróquia, estão nesta caminhada de fé.

Mais em: http://diocese-aveiro.pt/mcc/