Nunca será de mais insistir na centralidade da nossa fé, das nossas celebrações e das nossas “pregações” na pessoa e no ensinamento de Jesus Cristo. Ele é verdadeiramente a energia que nos move, a alegria da vida que partilhamos, o eixo à volta do qual tudo pode e deve girar, em ordem a novos céus e novos mundos. Facilmente se percebe que muita gente e muitas coisas da Igreja giram, erradamente, sobre si próprias.
Quais são as razões profundas e autênticas que nos colocam nos caminhos da Igreja? Privilégios, grandezas, afirmação pessoal, exibições pessoais ou de grupo … ? ou Jesus?
O essencial do cristianismo não passa por rituais e rotinas esvaziadas de conteúdos e de sentido, mas está numa clara orientação para a vida: o amor a Deus e aos outros numa prática que se quer exemplar e testemunhal. Veja-se o exemplo do atleta espanhol que ajudou o seu adversário a ganhar a corrida que este supunha já ter acabado. (P.C.L.)

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