Há muita gente que hoje contesta a Igreja porque a sua voz é diferente. Inúmeras pessoas querem que a Igreja se adapte ao estilo do mundo de hoje.
Poderá também acontecer que a Igreja não marque a diferença e não se afirme convictamente pela diferença. Na verdade, a Igreja, animada pelo força do Espírito Santo, tem não só de falar uma linguagem que todos entendam, mas sobretudo falar outras linguagens, bem acima dos níveis actuais. A linguagem de baixo nível, quer no uso das palavras de todos os dias, quer no nível das conversas inúteis e vazias, terá que ser substituída por mensagem que toda a gente educada e bem formada comunica para a valorização social, cultural e até religiosa. Quem recebe a força do Espírito tem obrigação de transmitir a linguagem elevada de Deus para este tempo e para estes contextos sociais e humanos tão corrompidos. (P.C.L.)

Deixe uma resposta