Afinal, somos ou não somos livres? Posso ou não posso fazer aquilo que quero? Poderá haver restrições em ordem àquilo que me apetece fazer? Posso ou não transgredir as leis?
Se me der gozo fazer disparates na condução não sou livre?
A liberdade é um valor de altíssima qualidade e, por isso, dos fundamentais da pessoa humana e do equilíbrio da sociedade. Ela (liberdade) não me permite satisfazer os meus caprichos mas fazer sempre aquilo que devo, aquilo que é melhor para mim e para os outros. A liberdade é sempre um estar em relação. Portanto, nunca serei livre se agredir os outros, pisando os seus direitos, nem me permite agredir-me a mim próprio na minha mais profunda dignidade. O mau uso da liberdade chama-se libertinagem.
Controlar e dominar os meus instintos e paixões é o grande sinal da minha liberdade. (P.C.L.)

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