Na Igreja, quem quer que sejamos, ninguém pode trabalhar por conta própria, numa quinta própria. Pela experiência e pela história sempre que tal acontece a Igreja faz asneiras à boa maneira de todos os outros. Podemos ver isso diariamente na acção pastoral, pautada por critérios pessoais, podemos encontrar espaços idênticos em teimosias sem valor, em defesa de tradições tidas como inabaláveis.
A força do Espírito Santo – “Estarei convosco até ao fim dos tempos” – terá que ser a voz, o alicerce, a mensagem, a força e a razão de ser de tudo quanto a Igreja realiza, em ordem à missão educativa e santificadora das pessoas e das comunidades, dos clérigos e dos leigos, dos grupos e movimentos. De outra maneira estamos a brincar às casinhas, estamos a abafar os dons do Espírito, impedindo a renovação conciliar, bloqueando a novidade das formas e a riqueza da inovação, obstruindo os caminhos de Deus. (P.C.L.)

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